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16/12/2010 – Toronto Maple Leafs @ Calgary Flames
No segundo dos três jogos contra os times do oeste do Canadá, os Maple Leafs não conseguiram repetir o bom resultado da partida contra os Oilers e perderam para o antigo time de Dion Phaneuf, o Calgary Flames, por 5-2.

O primeiro gol da partida saiu do taco de Nikolai Kulemin com pouco mais de seis minutos de jogo no primeiro período. A resposta dos Flames veio menos de um minuto depois, com Mikael Backlund. O jogo estava bem movimentado, com os dois times atacando bastante e o goleiros fazendo boas defesas. No lado dos Leafs, Giguere “roubou” pelo menos três gols dos Flames.
O jogo “lá-e-cá” continuou no segundo período até os quinze minutos, quando os Flames tomaram o controle da situação: o ex-jogador dos Leafs, Matt Stajan faz boa jogada atrás do gol de J S Giguere e passa para Alex Tanguay virar o jogo; Mikhail Grabovski faz um pênalti, os Flames aproveitam o momento e Olli Jokinen converte com um chute de longe (com apenas 10 segundos em Vantagem Numérica); Jokinen e Rene Bourque invadem a área dos Leafs e Bourque faz o quarto gol do Calgary. Tudo isso em 57 segundos. Isso mesmo, três gols em menos de um minuto!
Jonas “O Monstro” Gustavsson joga os últimos vinte minutos no lugar de Giguere. Logo no começo do período, Grabovski faz outro pênalti, e Niklas Hagman (outro ex-jogador de Toronto) aumenta a vantagem aos dois minutos e meio. A “redenção” de Grabovski veio aos 8:45, quando ele faz seu décimo gol na temporada e dá um pouco de ânimo ao abatido elenco dos Maple Leafs. Calgary, com os 5-2, se acomodou e Toronto passou a pressionar. Mas um dos jogadores que chegou mais perto de pontuar foi o capitão dos Flames, Jarome Iginla; durante um contra-ataque Iginla fica cara-a-cara com Gustavsson e Phaneuf mergulha para tentar tirar o puck da jogada, mas acaba tocando Iginla com o taco e dando um penalty-shot para os Flames. Iginla cobra o pênalti e Gustavsson defende sem maiores problemas.
O próximo confronto dos Leafs será no sábado contra os Canucks, em Vancouver. Passar por um time que conta com Luongo e os gêmeos Daniel e Henrik Sedin e está em terceiro na sua Conferência é sempre um desafio, ainda mais para um time jovem e numa situação delicada como os Leafs.
GO LEAFS GO!

