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03/02/2011 – Carolina Hurricanes @ Toronto Maple Leafs

Após a emocionante vitória contra os Panthers, os Maple Leafs receberam o Carolina Hurricanes, que estão mais vivos na briga por uma vaga nos Playoffs.
Toronto começou jogando como “gente grande”, distribuindo hits e chutes contra o adversário. A agressividade dos Leafs se traduziu na briga em que Jay Rosehill dominou Tim Gleason e na superioridade no número de chutes (13-6 a favor dos Leafs), mas mesmo assim o placar permaneceu inalterado.

O segundo período começou e os Leafs continuaram com a pressão, só que desta vez foram recompensados: Clarke MacArthur (aos 7:28) e Darryl Boyce (aos 14:52) deixaram os Leafs com 2-0. Pra ajudar a manter os Leafs na frente, Luke Schenn, James Reimer e Tim Brent foram heróicos numa vantagem-numérica de 5-a-3 (5-on-3 powerplay) dos Hurricanes (pênaltis de Mike Komisarek e do goleiro James Reimer). Schenn e Brent bloquearam vários chutes (em um lance, Brent bloqueou dois seguidos) e Reimer realizou boas defesas quando foi preciso. Nesse período, os chutes ficaram em 13-9 a favor dos Leafs.
No terceiro período, os ‘Canes estavam mais ligados, mas com seis minutos Kris Versteeg faz o terceiro dos Leafs, depois de uma belíssima defesa de Cam Ward. Com o passar do tempo, o jogo ficou mais disputado e equilibrado (o período terminou com 15 chutes a 12, a favor dos Leafs), mas os dois goleiros mantiveram o placar no 3-0.
As três estrelas da partida foram Colby Armstrong (3 – com uma assistência), Tim Brent (2 – que foi o responsável pelo lance mais emocionante do jogo ao salvar o shutout de Reimer no penalty kill) e James Reimer (1 – que defendeu todos os 27 chutes dos Hurricanes e conquistou seu primeiro shutout na NHL). Além deles, Cam Ward jogou muito bem (foi um dos únicos ‘Canes que estava bem na partida), François Beauchemin foi bem na defesa e Phil Kessel fez uma ótima partida, mas não conseguiu seu merecido gol.
O próximo confronto dos Leafs será contra o Buffalo Sabres, em Buffalo, no Sábado. Os Sabres estão com 4 pontos na frente dos Leafs na classificação, ou seja, Toronto precisa garantir a vitória nessa partida se ainda sonha com Playoffs.
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01/02/2011 – Florida Panthers @ Toronto Maple Leafs
Após o pequeno hiato do NHL Super-Skills e do Jogo das Estrelas, os jogos da temporada regular retornaram com força total. Num desses jogos, o Toronto Maple Leafs recebeu o Florida Panthers e as equipes protagonizaram uma partida emocionante.
Toronto começou na frente – fato que não ocorria há dez jogos – com um gol de Kris Versteeg aos 7:20 do primeiro período. A resposta dos Panthers veio onze minutos depois, com Stephen Weiss. Mas, após menos de trinta segundos, os Leafs voltam a liderar com um gol de Nikolai Kulemin, que, com seu décimo-sétimo gol, passou sua marca de gols na temporada.
Com menos de cinco minutos do segundo, David Booth converte um gol em vantagem numérica (power play) e empata novamente. Mikhail Grabovski também aproveita uma vantagem numérica e também quebra sua marca de gols na temporada; seu vigésimo-primeiro põe Toronto na frente de novo.
Parecia que os Maple Leafs venceriam essa equilibrada disputa no tempo regular, mas Cory Stillman faz o terceiro dos Panthers aos 16:19 e em vantagem numérica. Os dois times bem que tentaram definir a partida nos minutos restantes, mas o empate prevaleceu.
No tempo-extra (over-time), o equilíbrio foi mantido: tanto Panthers como Maple Leafs fizeram boas jogadas – mas apenas os Leafs chutaram a gol – e os goleiros Scott Clemmensen e Jean-Sébastien Giguere fizeram boas defesas, mandando o jogo para os tiros-livres (shootout).
As cobranças foram as seguintes:
Kris Versteeg (Toronto) – Defesa
David Booth (Flórida) – Gol
Tyler Bozak (Toronto) – Gol
Mike Santorelli (Flórida) – Defesa
Colby Armstrong (Toronto) – Gol
Chris Higgins (Flórida) – Defesa
Além das três estrelas (1ª – Colby Armstrong, um gol no tempo regular e o gol da vitória no shootout; 2ª – Mikhail Grabovski, um gol e uma assistência; e 3ª – Clarke MacArthur, uma assistência), outros destaques da partida foram David Booth, que fez um belíssimo spin-o-rama para vencer Giguere nos tiros-livres [confira o vídeo aqui]; o defensor Luke Schenn, que anotou uma assistência no primeiro gol dos Leafs e liderou a partida em hits (com 9); e o próprio J.S. Giguere, que defendeu 30 dos 33 chutes.
O próximo jogo dos Leafs será contra o Carolina Hurricanes, no Air Canada Centre. Será uma boa oportunidade de devolver os 6-4 sofridos no RBC Center.
GO LEAFS GO!
22/01/2011 – Washington Capitals @ Toronto Maple Leafs

Após duas partidas antagônicas (uma esmagadora derrota por 7 a 0 pro New York Rangers e uma brava vitória por 5 a 2 contra o Anaheim Ducks), os Leafs receberam o Washington Capitals no Air Canada Centre.

Os Maple Leafs começaram mostrando a mesma garra do jogo contra os Ducks, e não facilitaram a vida dos
Caps. O primeiro período foi bem movimentado e equilibrado. Os Leafs tiveram, praticamente, a metade dos chutes dos Caps (11-6 a favor de Washington), mas mesmo assim levaram perigo ao gol do novato Braden Holtby: uma das melhores chances foi quando Mikhail Grabovski aproveitou uma troca mal feita pela linha de Alexander Ovechkin e conseguiu um ataque em 3-contra-1 (infelizmente sem conseguir converter).
Aos 14:27, Washington foi recompensado pela superioridade no número de chutes a gol e fez o primeiro com Alexander Ovechkin num lance polêmico
(não vou dizer claramente pra não parecer tendencioso, mas é muito provável que tenha havido interferência em J.S. Giguère no lance).
No segundo período, o placar continuou o mesmo; o que mudou foi o jogo dos Leafs, que conseguiram equilibrar o número de chutes [no período] (12-11 a favor dos Caps) e se mostrar mais competitivos.
A “mesmice” do segundo período foi deixada de lado no terceiro. Com pouco mais de um minuto, Ovechkin faz o segundo dos Capitals. Após menos de dois minutos, Tim Brent marca com assistência dos bad boys Jay Rosehill e Dion Phaneuf e devolve a esperança aos Leafs. Washington faz seu terceiro gol com um belo gol de Matt Hendriks, após uma gigantesca bobeada da defesa dos Leafs. Com o passar do tempo, o drama do time casa só aumentava. Giguere foi para o banco e deu lugar para um atacante extra e uma imensa pressã0 do time da casa (Toronto teve 19 chutes a gol contra 8 de Washington no período), mas, apesar das tentativas, Holtby se manteve sólido e Ovechkin fez seu “hat trick” no finalzinho da partida, fechando o placar em 4-1 para os Capitals.

O próximo jogo dos Leafs será na segunda-feira, contra o Carolina Hurricanes. Toronto ainda briga por uma – distante – vaga nos playoffs, enquanto os Hurricanes estão em nono lugar [um abaixo da classificação para a pós-temporada]. Carolina contará com o experiente Cam Ward no gol, masnão terá um jogador do mesmo nível de Ovechkin (espero que isso facilite a vida do jovem elenco do Toronto).
Go Leafs Go!
13/01/2011 – Toronto Maple Leafs @ Phoenix Coyotes

Nesta quinta-feira os Maple Leafs terminaram a road-trip visitando os Phoenix Coyotes. Apesar de Ron Wilson ter dito que gostaria que Jean-Sébastien Giguere voltasse às redes dos Leafs, o goleiro que iniciou a partida foi James Reimer.
Os Coyotes abriram o placar logo aos dois minutos de jogo, com um gol de Radim Vrbata em vantagem numérica. Mesmo perdendo, os Leafs demonstraram um jogo sólido, procurando o gol de empate e dominando os adversários nos chutes a gol (o primeiro período terminou com 12 chutes a favor dos Leafs contra 4 a favor dos Coyotes).
A pressão mudou durante o segundo período; os Coyotes tentavam atacar enquano os Leafs seguravam bem o jogo. Faltando um minuto para o fim do período, Mike Brown dá um hit na cabeça de Ed Jovanovski – e não é punido -, o que deixa os jogadores do time da casa furiosos e incendeia a partida. Vinte segundos depois, há um pequeno desentendimento entre os jogadores das duas equipe, com saldo de uma vantagem numérica para os Leafs (pênalti de Derek Morris). Mais vinte segundos e uma grande confusão [confira o vídeo aqui] após um ataque dos Leafs: Vernon Fiddler, do Phoenix, e Mikhail Grabovski e Clarke MacArthur são punidos (MacArthur recebe dois pênaltis), dando a vantagem numérica para os Coyotes.
Os jogadores do Phoenix voltaram para o terceiro período bastante focados e souberam aproveitar a situação favorável marcando dois gols (um do capitão Shane Doan e outro de Taylor Pyatt, o primeiro em vantagem numérica) em menos de cinco minutos. Aos 9:43, os ‘Yotes atacavam em 2-contra-1 e Lauri Korpikoski deixou o placar em 4-0. No final do jogo, Colby Armstrong faz o primeiro dos Leafs, “roubando” o shutout de Ilya Bryzgalov e aos 18:30, Reimer vai para o banco dando lugar a mais atacante para os visitantes. Fechando a contagem, Keith Yandle aproveita o gol aberto e finaliza o jogo em 5-1 a favor dos ‘Yotes.
Os jogadores do Toronto não podem se deixar abater com essa derrota, pois a partida a seguir será contra o atual penúltimo colocado da Conferência Oeste (o Calgary Flames), e os Maple Leafs estarão de volta no Air Canada Centre.
Go LEAFS Go!
11/01/2011 – Toronto Maple Leafs @ San Jose Sharks

Os Leafs, que vinham de três vitórias consecutivas, foram até a Califórnia para enfrentar os Sharks, que vinham de quatro derrotas seguidas.
O jogo começou sem o predomínio de nenhuma das duas equipes. O primeiro gol da partida saiu do taco de Patrick Marleau, na metade do período, o que animou os torcedores dos Sharks e os fans mais supersticiosos dos Leafs (as duas últimas vitórias da equipe foram de virada). Depois do gol, San Jose ganhou mais confiança e passou a atacar mais, mas o novato Reimer não se abalou e continuou com seu jogo.
No começo do segundo período, os Leafs tiveram uma oportunidade de dois minutos em vantagem numérica (powerplay), mas a equipe de matar penalidades (PK) dos Sharks se sobressaiu e manteve o placar inalterado. Apesar de não conseguir sair do zero, os Leafs passaram a pressionar mais. Na metade do período, Colton Orr tenta acertar um hit em Logan Couture, mas acaba dando uma joelhada no adversário e é punido com dois minutos na “casinha” (penalty-box). Os Sharks chegaram a ter uma vantagem de dois jogadores – por apenas 10 segundos – após Phaneuf também cometer pênalti. Ao retornar ao jogo, Orr parte para o ataque e causa tumulto na frente do gol de Anti Niemi e Dan Boyle é punido por slashing; trinta segundos depois, Phil Kessel é quem fica dois minutos fora do jogo, dando aos Sharks uma vantagem numérica por poucos segundos. Para finalizar, tivemos ainda mais uma chance em vantagem numérica para cada time: Beauchemin faz pênalti aos 15:46 e Heatley faz o seu aos 17:15, mas o segundo tempo termina sem gols.
O terceiro período começou bem agitado e, com menos de cinco minutos, Phil Kessel faz um belo gol e empata o jogo. A virada dos Leafs veio, momentos depois, com um gol de Clarke MacArthur em vantagem numérica. Em seguida, vem a resposta do time da casa: Patrick Marleau faz seu segundo da noite e empata o jogo novamente. Carl Gunnarsson devolve a vantagem para os Leafs faltando dez minutos para o fim da partida. O resto do jogo foi bastante dramático, até que Clarke MacArthur fez o quarto gol dos Leafs no gol vazio do San Jose, faltando 40 segundos e fechando o jogo em 4-2 a favor de Toronto.
Essa foi a quarta vitória seguida dos Maple Leafs e, com ela, Ron Wilson se tornou o sétimo técnico a atingir a marca de 600 vitórias na NHL, justamente contra seu antigo clube, que amargou a quinta derrota consecutiva.
Veja o resumo do jogo aqui.
O próximo jogo será fora de casa, contra o Phoenix Coyotes na quinta-feira.
Go Leafs Go!
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