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Leafs trocam Mikhail Stefanovich por Fabian Brunnstrom
Ontem o Toronto Maple Leafs adquiriu os direitos do atacante Fabian Brunnstrom do Dallas Stars numa troca por Mikhail Stefanovich.
Fabian Brunnstrom tem 25 anos, é nativo de Jonstorp, Suécia, foi contratado pelo Dallas Stars em 2008 e jogou 99 jogos na NHL, marcando 40 pontos (19 gols e 21 assistências).
Mikhail Stefanovich, 21 anos, jogou 15 partidas com o Minsk Dynamo da Kontinental Hockey League, na Russia, marcando um gol.Nativo de Minsk,na Bielorrusia, jogou apenas duas partidas pelo Toronto Marlies, sem marcar pontos.
Acho que foi uma troca boa para os Leafs, pois Fabian Brunnstrom foi muito cobiçado em 2008, antes de assinar com os Stars e possui mais experiência na NHL e AHL.
Seja bem-vindo Brunnstrom! Espero que você consiga demonstrar o seu valor e ser membro dos Leafs!!!
GO Brunnstrom GO!!!
Rogers pretende adquirir 66% da Maple Leafs Sports & Entertainment
Foi largamente divulgado hoje, que a Rogers pretende adquirir 66% da Maple Leafs Sports & Entertainment (MLSE), comprando os direitos do Fundo de Pensão que atualmente é o detentor.
Com esta compra a Rogers passará a ter direitos sobre o Toronto Raptors, Toronto Maple Leafs, Air Canada Centre e dos respectivos canais Raptors TV e Leafs TV. Atualmente a Rogers já é proprietária do Toronto Blue Jays e do Rogers Centre.
Com essa compra a Rogers poderá aumentar sua fatia no mercado esportivo de Toronto, incluindo diminuir o pagamento por direitos de transmissão dos jogos de hóquei, que hoje transmite pelo canal Rogers Sportsnet!
É isso aí … eu acho que a aquisição será uma boa, afinal que tipo de retorno exige um fundo de pensão? Já para a Rogers, imagina ter um time campeão … vai poder cobrar muito mais pelos direitos de transmissão.
Vamos esperar e, no meu caso, torcer para que isso se concretize.
GO Leafs GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
Performance de Brian Burke e carta aberta de Katie Burke aos media
Caros co-fans dos Leafs:
Já há algum tempo que venho a falar da necessidade de afastar Brian Burke e Ron Wilson. Podem ter feito bom trabalho nos Canucks, na selecção dos Estados Unidos, mas não podemos ficar mais eternidades à espera que o trabalho dê fruto. Ou o quê, dar-lhes mais 5 anos para termos os Leafs nos playoffs???
Eu não tenho essa paciência e gostava de ver MAIS, de preferência antes de me reformar. Se bem que as equipas sejam construídas ao longo dos anos com bons draft picks, há equipas que têm a OBRIGAÇÃO para com os fans de estar sempre na luta. Pura e simplesmente não pode haver conformação… Talvez o que salvasse tudo fosse a NHL funcionar com promoção/relegação e não com o estúpido sistema de franchises (com equipas a perderem jogos no final do ano para terem acesso aos melhores drafts). Aí sim, talvez o descontentamento levasse muito boa gente para o olho da rua!! Era preciso mudar o que não estivesse bem. E não estou a ver os donos dos Leafs (nem a cidade!!!) a conformar-se em competir na NHL “série B”, ou na AHL!!!!!!!!
Isto a propósito, não sei se têm acompanhado, de um debate na imprensa “torontoniana”. Como se sabe, Toronto QUER ter uma equipa ganhadora e não uma equipa de fundo da tabela.
Brian Burke, o “nosso” GM
E na passada 6ª feira um colunista do jornal “The Globe and Mail”, Bruce Dowbiggin, voltou a tocar no assunto sobre se a imprensa está a dar “folga” a Burke, por simpatia, por este ainda ter perdido muito recentemente o seu filho Brendan num acidente de carro no ano passado.
Brendan junto o pai, Brian, com 18 anos, em 2007, a festejar a conquista da Stanley Cup pelo pai, ao serviço dos Anaheim Ducks, contra os Ottawa Senators. Brendan morreria num acidente de automóvel, em 2010 com 21 anos.
Hoje no site dos Leafs surge um link para a resposta da filha mais velha de Burke, em http://www.theglobeandmail.com/sports/hockey/brian-burkes-daughter-responds-to-globe-columnist/article1807193/
Tomando a liberdade, passo a traduzir para português, o teor da mesma (no final da missiva, dou a minha opinião pessoal):
“Como filha mais velha de Brian, gostaria de tomar um momento para clarificar algumas das presunções que têm andado a circular nos media de Toronto:
Primeiro e antes de mais, o meu pai odeia perder. Odeia. Ele odeia perder no Scrabble, ele odeia perder uma aposta e odeia mesmo perder jogos de hóquei.
Ao crescer, a primeira coisa que se dizia a qualquer amigo que fosse ver um jogo de hóquei connosco era que se a equipa perdesse, seria bem melhor nem sequer falar para o meu pai a seguir ao jogo. Posso garantir que não há nada que os media possam escrever ou dizer sobre as performances dos Leafs que o meu pai não tenha ele próprio também pensado, e ninguém é mais crítico ao seu próprio trabalho que o meu pai. Por isso, eu não me tomo de razões com alguém que critique os Leafs na coluna do Deve/Haver de vitórias e derrotas. Faz parte do trabalho, e parte da responsabilidade que o meu pai com tanta vontade assumiu quando se juntou à equipa.
No entanto, tenho de responder à implicação de [Andrew] Krystal que o meu pai “não consegue aguentar a pressão” e ao comentário de Todd Kays de que o mundo não pára quando se experimenta uma tragédia pessoal. A verdade é, se alguém se tivesse dado ao trabalho de falar com alguém que conheça o meu pai, essa pessoa dir-lhe-ía, que neste momento de perda enorme, o hóquei é o refúgio do meu pai. Desde a morte de Brendan, ele não abrandou com as viagens, com a sua agenda, a sua paixão para melhorar a equipa, e o ringue continua a ser, como tem sido durante anos, o seu porto de abrigo.
Este fim de semana é o “Fim de Semana de Pais e Filhos dos Maple Leafs” a somar a ser o fim de semana em que o meu pai completará o seu 1000º jogo como GM. Sugerir que a memória de Brandon não estará no topo dos pensamentos do meu pai durante estas datas marcantes seria tolice. Como um dos comentários online à coluna de Bruce falava, quando se perde um filho, “não passa um dia em que não se sinta dor”. Estou certa de que isso tanto é verdade para Bob Gainey anos mais tarde, como é neste momento para o meu pai, em que só se passaram meses. Dar a volta a uma franchise perdedora é um desafio considerável, um desafio que leva tempo, paciência, e uma disponibilidade para aguentar altos e baixos. Nesse aspecto é semelhante ao luto – um processo longo, não linear com uma incerteza significante e stress considerável. Posso confirmar a todos envolvidos nesta discussão, que a morte do meu irmão teve um profundo impacto no meu pai, mas especular que o seu coração não está envolvido e dedicado ao máximo no jogo, é incorrecto. De facto, as muitas horas que ele passa no Air Canada Centre, a fazer scouting, a falar com colegas GM’s, a delinear estratégias com a sua equipa, são a melhor maneira que ele tem de encarar e seguir em frente.
Muitos jornalistas comentam o vocabulário colorido do meu pai, tipicamente “apimentado” com termos como “pestilência” e “tenacidade”. Posso assegurar-vos, como filha dele, que “perder” e “pena” são duas palavras que não têm lugar no vocabulário do meu pai. Posto isto, é a minha esperança que este debate chegue a um final, e que os especialistas da imprensa, rádio e tv possam deixar de discutir se devem pressionar ou dar folga ao meu pai. Como qualquer férreo veterano do hóquei, ele não precisa que as pessoas lhe facilitem, ele só quer focar-se na equipa e no jogo que ele adora.
Sinceramente,
Katie Burke”
E foi esta a comunicação em resposta de Katie Burke. Eu lembro-me de quando morreu Brendan e não consigo imaginar o sofrimento daquela família e de Brian, que é o que está em causa. Mas Brian é um profissional, e o que está a ser debatido é o lado profissional. Se Brian ficou afectado e não consegue fazer o seu trabalho (obviamente não o está a fazer bem), tem toda a minha simpatia e toda a simpatia da Nação Leaf. Afinal Brian é apenas humano, e sofreu uma perda enorme. MAS então, se as performances dele a nível profissional não satisfazem, não há realmente porque dar “folga” a Burke. Muitos fans dos Leafs perderam familiares. Eu gostava de ter sido futebolista profissional do FC Porto e de grandes equipas europeias, mas nunca tive “jeito” e já não tenho idade. Então é altura de Burke saír (e levar Wilson). Já foi dado demasiado tempo a Burke. Os Leafs não podem continuar a pensar que “para o ano é que vai ser”. Vamos todos chegar a velhos antes de “acontecer” a 14ª Stanley Cup. Eu não era nascido em ’67, e por este andar, não vou ver uma tão cedo. Brian e Katie têm toda a minha simpatia, mas então vamos RESPEITAR Brian e criticá-lo pelo trabalho dele, como ele gostaria. Brian, por favor, se a administração não tem coragem, então veja as evidências e dê lugar a quem “sinta” o espírito Leaf. E de preferência que seja um canadiano, E NASCIDO EM TORONTO.
Saudações a todos. GO LEAFS GO!!!
Rumor: Possível troca entre Leafs e Sharks
Parece que existe uma troca sendo analisada entre os Leafs e os Sharks.
Os Leafs dariam um prospect, ainda não definido, e François Beauchemin, que não vem jogando muito bem ultimamente, por Devin Setoguchi e uma escolha de terceira, ou de sexta escolha.
Para os Leafs, seria uma ajuda no seu ataque, já que Setoguchi é um jogador que leva muito perigo ao gol adversário. Já para os Sharks, seria uma ajuda na defesa, após a saída de Rob Blake e ainda impediriam que Beauchemin fosse trocado para alguma outra equipe da Conferência Oeste, o que o faria um adversário a ser vencido.
Gosto do Beauchemin, mas acredito que a troca beneficiaria os Leafs.
É esperar para ver, pois parece que outro fator que os Leafs aguardam para dar continuidade à troca seria a volta de Dion Phaneuf, para que não ficasse sem 2 de seus principais defensores.
GO Leafs GO
Maple Leafs contratam MacArthur por 1 ano
O Toronto Maple Leafs adicionou mais um reforço no ataque, e anunciaram no sábado a contratação de Clarke MacArthur em um contrato de 1 ano no valor de 1.1 milhões de dólares.
MacArthur se tornou agente livre após o Atlanta Thrashers ter sido liberado do salário de 2.4 milhões de MacArthur, por um “arbitrator”.
Jogador de 25 anos, MacArthur dividiu sua última temporada entre o Buffalo Sabres e o Atlanta Thrashers, marcando 16 gols e 19 assistências em 81 jogos.
Em 208 jogos na NHL, o nativo de Llyodminster, Alberta tem 44 gols e 44 assistências.
Originalmente escolhido pelos Sabres na sua escolha de terceira rodada, 74ª escolha no geral no Draft da NHL de 2003, MacArthur ajudou o Canadá a ganhar a medalha de ouro no Campeonato Mundial de Hockey de 2005.
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Comentário Maple Leafs Brasil: Clarke MacArthur pode auxiliar a equipe dos Leafs no ataque, porém não é o atacante esperado pela torcida. Eu diria que os números de MacArthur giram em torno de uma média de 10 gols e 10 assistências por temporada na NHL, algo não muito animador.
Claro que a torcida dos Leafs sempre esperam grandes estrelas do esporte jogando pela equipe, mas nessa era do controle salarial, Burke não tinha muito espaço para contratações estelares, a não ser se isso envolvesse uma troca. Talvez a idéia, ou plano de Burke seja ver como a equipe se comporta assim e, durante a temporada, decidir se os Leafs fazem alguma troca, melhorando as deficiências da equipe.
Vamos esperar os treinamentos e definição do elenco do time para a Copa Stanley e, de repente teremos boas novidades como Kadri confirmado na NHL, D`Amigo conseguindo contribuir nos Leafs, Bozak e Hanson também jogando bem, além da defesa e goleiros dando mais segurança à equipe.
Falta um pouco mais de um mês para o “puck” deslizar!!!!
GO Leafs GOOOOOOO



