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A evolução da folha de Bordo (Maple Leaf)
Os 99 anos cheios de acontecimentos da história dos Toronto Maple Leafs fizeram o logo alcançar um status tão icônico que poucas outras organizações podem se orgulhar de ter. Mas o logo que você vê atualmente sendo usado pelo defensor Morgan Rielly e seus companheiros de equipe passou por diversas evoluções antes de chegar ao que é hoje. Algumas das estórias por trás das diferentes versões do design azul e branco da folha de bordo – (Maple Leaf) – são tão interessantes quanto os jogos onde foram usadas.
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Pode ser chocante para os fans mais jovens, acostumados às campanhas de marketing e votações para escolha de nomes favoritos feitas pelos fãs, mas o nome da equipe de Toronto – fundado em 1917 como Toronto Arenas, para ser renomeado a Toronto St. Patricks apenas dois anos depois – não mudou para Maple Leafs no começo de uma temporada. Na verdade, a decisão de mudar o nome da equipe foi tomada numa viagem de trem feita de Detroit (onde a equipe havia sido derrotada pelos Detroit Cougars) a Toronto em 1927: a lenda da equipe e da história do Hockey, Conn Smythe, que havia recentemente assumido a gerência da franquia, anunciou a mudança de nome – e mais tarde naquele mesmo dia, na Mutual Street Arena, eles jogaram seu primeiro jogo como os Leafs, contra os New York Americans.
Apesar disso, a “Folha” que usaram pelo restante da temporada 1926-27 não era azul e branca. Ao invés disso, era verde – sem dúvida, uma conexão com o período em que foram St. Pats (St. Patrick). Infelizmente não existem fotos que detalhem a forma exata do primeiro logo com a “folha”, mas Smythe deixou muito claro que o nome foi inspirado pelos distintivos em forma de folha de bordo usado pela maioria dos regimentos militares canadenses durante a Primeira Guerra Mundial, e também acredita-se que o time olímpico masculino canadense de hóquei – que se tornou orgulho nacional ao ganhar a medalha de ouro dos jogos de Chamonix, França, com uma folha de bordo na camisa – teve influência na escolha feita por Smythe.
Outro interessante fato sobre o primeiro logo dos Leafs, que o time passou a usar em todos os jogos a partir da temporada 1927-28: dentro da “Folha” (que se tornou azul), havia apenas a palavra “Toronto”. A partir daquele ponto até a reformulação visual do Tampa Bay Lightning em 2011, os Leafs foram os únicos na Liga com dois logos diferentes – uma Folha branca com letras azuis, e vice-versa.
Pelas próximas quatro décadas, o time de Toronto empregou essencialmente o mesmo logo (“Folha de Bordo”) com pequenas alterações: mudou o número de pontos na silhueta externa da folha de 48 em 1927 para 35 em 1938, e adicionaram veios à folha no mesmo ano; e por alguns meses em 1947, as palavras “Toronto Maple Leafs” apareceram em vermelho. Mas a mudança mais radical ao visual do logo foi feita em 1967 – Ano do Centena do Canadá – quando os veios foram removidos e o número de pontos externos da silhueta da folha foi reduzido para 11, o mesmo número de pontos da folha que tem lugar central na nova bandeira nacional canadense rebelada dois anos antes. Esta foi a primeira versão da versão moderna que vemos hoje em dia. Mas um fato engraçado é que a mudança veio num momento glorioso da história dos Leafs, pois a equipe passou a usar este logo na pós-temporada. (Naquela década, os jogadores dos Leafs usaram um uniforme durante toda a temporada regular e então receberam um novo uniforme para os playoffs e usaram este mesmo novo uniforme na próxima temporada. Se você conhece a história dos Leafs, você sabe que os playoffs de 1967 marcaram a ocasião mais recente em que os Leafs venceram a Stanley Cup. Adicionando o fato de que – pelo menos entre os jogadores dos Leafs – havia o sentimento de que a equipe não faria muito sucesso nos playoffs de 1967. Eles sofreram em uma sequência de 10 derrotas na temporada regular e não tinham o favoritismo contra o Chicago Blackhawks na primeira rodada dos playoffs, mas, usando agora o novo uniforme, eles venceram os Blackhawks, ganhando o direito de enfrentar o arquirrival Montreal Canadiens, que vinham às finais da Stanley Cup invictos a 15 jogos e ainda venceram o primeiro jogo das finais, elevando-se a sequência para 16 jogos invictos. Mas Toronto se superou e venceu quatro dos próximos cinco jogos para vencer a Stanley Cup pela 13ª vez – e, considerando que jogadores de hóquei são notoriamente supersticiosos, eles passaram a adorar o novo uniforme.
Entretanto, mudanças significativas no logo ainda estavam por vir, e somente alguns anos depois: em 1970, os cantos da folha foram arredondados, e as letras (font) foram modernizadas para a versão dos dias atuais. Claro que a franquia utilizou versões mais antigas e logos alternativos em ocasiões especiais em anos posteriores, mas o logo principal se manteve por quase 46 anos.
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O logo dos Leafs é uma das partes principais de “The Sweater”, uma brilhante e muito querida estória do celebrado novelista franco-canadense Roch Carrier. Publicada em 1979, ela é baseada numa experiência real que Carrier teve quando criança, quando vivia em Quebec e amava o Montreal Canadiens e o atacante estrela da Liga, Maurice ‘Rocket’ Richard. Carrier comprou a camisa de Maurice Richard por um catálogo, mas recebeu uma camisa dos Leafs. O livro – que vendeu mais de 300,000 cópias e foi adaptado em uma animação de 10 minutos foi nomeado como o melhor do seu gênero pelo British Academy Film Awards – demonstrou perfeitamente o que significa ser um torcedor de hóquei. E apesar da versão original em francês do livro ser traduzida como “An Abominable Maple Leaf On The Ice”, algo como Uma Abominável Folha de Bordo No Gelo, as pessoas naturais de Toronto adoram tanto a estória que, quando Maurice “Rocket” Richard faleceu em maio de 2000, os Leafs disponibilizaram todo um intervalo de uma partida, sem qualquer propaganda ou patrocinadores, e reproduziu a animação “Sweater” no telão do Air Canada Centre em tributo a estrela do time de Montreal.
Qualquer que seja a versão do logo dos Leafs a que nos referimos, uma coisa ainda permanece muito clara: ela se mantém como um ícone para os torcedores tão profundamente hoje, quanto já foi no passado, e isso se reflete de maneira irrefutável no hóquei e na cultura canadense. Uma prova disso é que na festejada era do Maple Leaf Gardens, artistas que se apresentavam recebiam a oferta, e geralmente a aceitavam, de vestir uma camisa dos Leafs durante a apresentação. O guitarrista/vocalista dos Eagles, Glenn Frey foi um dos mais famosos exemplos nos anos 70, e apesar do fato de as mídias sociais atualmente fazerem muitos artistas pensarem duas vezes ao vestir qualquer camisa de time (por poder levar a ira aos fãs de outras equipes), artistas populares, incluindo Taylor Swift, Lorde e Keith Urban já vestiram a camisa dos Leafs em shows, e ganharam ainda mais popularidade por isso.
Mas não se engane – parte do apelo do logo dos Leafs é a devoção de seus fãs. A “Folha de Bordo” azul e branca desfruta de uma popularidade incomum entre atores e comediantes, incluindo Jim Carrey e Mike Myers – ambos que usaram camisas dos Leafs em participações no lendário programa da NBC: Saturday Night Live. Mas Myers e Carrey não estavam buscando popularidade em suas cidades nativas. Ao invés disso, eles são torcedores fervorosos que viveram em Toronto e seguem a equipe não se importando por como a equipe está desempenhando na temporada. Existe uma autenticidade que você não vê em muitas outras franquias, de qualquer esporte.
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É fácil de entender porque o logo dos Leafs tem todo esse significado, tanto na comunidade do hóquei assim como no mundo fora dela. Este logo cresceu e se desenvolveu junto com um jovem país que compartilha do mesmo símbolo, e representa uma cidade que ama seu time e também o esporte (hóquei). Foi assim em quase um século e certamente continuará sendo por muitos séculos à frente.
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Vai ser mais uma camisa pra colocar na minha lista de compras! Hehehehe
11/02/2016 – Toronto Maple Leafs @ Edmonton Oilers
Continuando a série de jogos fora de casa os Leafs foram visitar Connor McDavid e os Edmonton Oilers.
Neste jogo o goleiro da equipe foi Jonathan Bernier, que enfrentou Cam Talbot pelos Oilers.
Infelizmente para os Leafs, Connor McDavid, que cresceu próximo à Toronto, em Richmond Hill, Ontario, e torceu pelos Leafs durante toda a infância, teve uma noite excepcional.
Aos 03m29s, o ataque dos Oilers fez uma rápida troca de passes e deixou McDavid sozinho contra Bernier. O jovem jogador dos Oilers se utilizou de sua velocidade e venceu o goleiro dos Leafs com um drible, abrindo o placar. Josh Leivo se aproveitou de um erro dos Oilers na zona neutra e empatou para os Leafs aos 08m06s. Foi o segundo gol de Leivo em jogos consecutivos, mas o jogador saiu do gelo com uma contusão e não retornou.
O jogo estava disputado, mas os Oilers pareciam mais hábeis em aproveitar as oportunidades dadas pelos Leafs. Jordan Eberle voltou a colocar os Oilers à frente aos 06m25s. Num powerplay aos 18m36s, Eberle novamente marca e coloca os Oilers à frente com dois gols de vantagem. Felizmente Jake Gardiner conseguiu uma boa jogada e diminuiu para os Leafs faltando apenas 15s para o término do período.
Realmente a noite foi de McDavid e de Eberle e ambos marcaram no terceiro período, aos 13m55s e em Empty-net, faltando 54s para o final do jogo, respectivamente. McDavid anotou 5 pontos na partida com seus dois gols e três assistências, uma em cada gol de Eberle.
Este foi o primeiro jogo de Colin Greening pelos Leafs, mas o jogador acabou com um rating plus/minus de -2, ou seja, enquanto estava no gelo, os Leafs sofreram dois gols.
É isso … Os Leafs não jogaram mal, mas sentimos falta de alguns de nossos jogadores contundidos e demonstramos que ainda necessitamos contratar melhores jogadores para as próximas temporadas. Mas é como Mike Babcock disse: Haverá dor, antes de conseguirmos resultados!
Go Leafs Gooooo
09/02/2016 – Toronto Maple Leafs @ Calgary Flames
O Toronto Maple Leafs iniciou um roteiro de jogos fora de casa, enfrentando o Calgary Flames, que acabou por não escalar dois de seus melhores atacantes, Sean Monahan e Johnny Gaudreau, pois eles haviam cometido erros em jogos anteriores.
Pelos Leafs, o clima estava um pouco estranho após a divulgação de uma negociação envolvendo 9 jogadores com o Ottawa Senators, incluindo o capitão da equipe, Dion Phaneuf. Queira ou não, os jogadores sentem essas negociações pois tiveram relacionamentos de amizade com os jogadores que deixam a equipe.
No Gol dos Leafs, James Reimer e, pelos Flames, Jonas Hiller.
Num powerplay para os Leafs, Markus Granlund, voltando à equipe dos Flames após alguns jogos sem atuar, marcou o primeiro gol da partida aos 10m40s, com sua equipe em desvantagem numérica, shorthanded, mas os Leafs revidaram em apenas 44s, no mesmo powerplay, aos 11m34s, com Peter Holland. Ao final do período, aos 18m03s, os Flames tiveram um powerplay e voltaram a marcar, dessa vez com Mikael Backlund.
Aos 04m06s, Micheal Ferland amplia para os Flames, no segundo período e Dougie Hamilton ainda marcou o quarto gol dos Flames aos 14m08s. Com 4 a 1 no placar, os Leafs não desistiram e ainda tentaram pressionar os Flames. Isso acabou trazendo resultados. Aos 17m17s, Josh Leivo diminuiu para os Leafs.
No terceiro período a equipe de Toronto voltou muito bem, mas somente conseguiu mais um gol, aliás, um belíssimo gol, marcado por Jake Gardiner que partiu com o puck da zona de defesa, passou pelos jogadores dos Flames e chutou forte, vencendo Jonas Hiller aos 08m37s. Infelizmente a reação dos Leafs acabou por aí e os Flames ficaram com a vitória.
A equipe pode ter sentido a falta de Phaneuf, mas os Leafs também tiveram os desfalques de James Van Riemsdyk, Tyler Bozak, Joffrey Lupul e Shawn Matthias.
Hoje, 11/02/2016, enfrentaremos o Edmonton Oilers!
Go Leafs Gooo
Os Leafs negociam com os Senators e Dion Phaneuf está incluído na troca!
De acordo com notícias divulgadas no site oficial do Toronto Maple Leafs, Lou Lamoriello, Gerente Geral da equipe, anunciou hoje que a equipe adquiriu os atacantes Milan Michalek, Colin Greening e Tobias Lindberg, o defensor Jared Cowen e uma escolha de segunda rodada do Draft de 2017 do Ottawa Senators em troca dos defensores Dion Phaneuf e Cody Donaghey, assim como os atacantes Casey Bailey, Matt Frattin e Ryan Rupert.
Michalek, 31 anos, registrou seis gols e quatro assistências em 32 jogos com os Senators nesta temporada. Em 729 jogos de sua carreira na NHL jogando pelo Ottawa e San Jose Sharks, ele marcou 438 pontos (206 gols e 232 assistências) e 386 minutos de penalidades. Ele também marcou 24 pontos (15 gols e nove assistências) em 63 jogos de playoff. Michalek foi selecionado originalmente pelos Sharks na sexta escolha geral no NHL Entry Draft de 2003. Ele foi adquirido pelo Ottawa junto com Jonathan Cheechoo e uma escolha de segunda rodada no Draft de 2010 em troca de Dany Heatley é uma escolha de quinta rodada em 2010, em negociação feita em Setembro de 2009.
Greening, 29 anos, dividiu-se entre o Ottawa e seu time afiliado na American Hockey League (AHL), os Binghamton Senators. Nativo de St. John, Newfoundland, ele jogou em apenas um jogo com os Senators da NHL e outros 41 com o Binghamton, os Senators da AHL, marcando sete gols e seis assistências na AHL. Em 256 jogos da carreira na NHL, Greening marcou 87 pontos (38 gols e 49 assistências) e 137 minutos de penalidades. Ele também marcou cinco pontos (três gols e duas assistências) em 17 jogos de sua carreira nos playoffs da NHL. Frenesins foi selecionado pelos Senators na sétima rodada (escolha geral de número 204) no Draft de 2005.
Cowen, 25 anos, marcou quatro assistências em 37 jogos com os Senators nesta temporada. Em 249 jogos da NHL em sua carreira, o nativo de Saskatoon, Saskatchewan marcou 46 pontos (15 gols e 31 assistências) e 174 minutos em penalidades. Em 17 jogos de playoffs, ele marcou quatro assistências. Cowen foi selecionado originalmente pelos Senators na nona escolha geral do Draft de 2009.
Lindberg, 20 anos, marcou cinco gols e 17 assistências em 34 jogos da AHL com o Binghamton nesta temporada. O nativo de Estocolmo foi selecionado pelo Ottawa na quarta rodada(escolha geral de número 102) no Draft de 2013.
Phaneuf, nosso agora ex-capitão, tem 30 anos e jogou um total de 423 jogos com os Leafs em sete temporadas, registrando 196 points (45 gols e 151 assistências) e 598 minutos em penalidades. Ele foi nomeado como o 18º capitão da história dos Maple Leafs em 14 de junho de 2010.
Segundo Lamoriello, Phaneuf foi um jogador e pessoa exemplar. Dion Phaneuf, que estava com a equipe em Calgary, onde enfrentaria sua ex-equipe, o Calgary Flames, foi chamado ao telefone por Lou Lamoriello, logo após a negociação ter sido completada, para receber a notícia. Dion não teve qualquer reação adversa e agiu como um profissional, sem muitos questionamentos, pelo menos neste momento. A negociação de Phaneuf deixará os Leafs sem um capitão definido para o restante dessa temporada.
Essa troca teve como objetivo abrir espaço para que os Leafs possam, possivelmente, negocias a vinda de Steven Stamkos para a próxima temporada. Nada está confirmado ainda, mas para o futuro, os Leafs livraram mais de 20 milhões de dólares em salários, o que permite que a equipe venha a ter mais liberdade para fazer futuras propostas por jogadores.
Até o final de fevereiro, os Leafs ainda devem aparecer como participantes de outras negociações, continuando com o plano de reconstrução da equipe que Brendan Shanahan iniciou ao final da tentação passada. Nessa reconstrução os Leafs já viram os contratos pesados de Phil Kessel e David Clarkson serem negociados com os Penguins e Blue Jackets, respectivamente. Agora foi a vez de Phaneuf.
Dion, obrigado por todo o seu tempo e dedicação aos Leafs e te desejo boa sorte em sua carreira com os Senators.
Go Leafs Go.
06/02/2016 – Ottawa Senators @ Toronto Maple Leafs
Em mais uma edição da Batalha de Ontario, os Leafs receberam o Ottawa Senators no Air Canada Centre, com as equipes vivendo fases diferentes na temporada. Os Sens vinham de três derrotas e os Leafs de duas vitórias, mas o placar final foi totalmente inesperado.
No gol do Toronto Maple Leafs, James Reimer bem que tentou fazer o possível para dar chances aos Leafs de vencer, mas a equipe começou a partida muito mal e em menos de 5 minutos proporcionou dois contra-ataques que não foram desperdiçados pelos Senators. Aos 00m19s, os Sens abriram o placar com um contra-ataque em dois contra Reimer, onde Zack Smith marcou. Aos 04m21s, foi a vez de Mika Zibanejad ampliar numa jogada que parecia o replay da primeira, sem qualquer chance para Reimer defender. Aos 07m38s, Bobby Ryan marcou o terceiro dos Sens, num chute que conseguiu passar por baixo do braço de Reimer, no gol que retirou o goleiro dos Leafs da partida, dando chance a Jonathan Bernier de mudar o destino e, quem sabe, conseguir a vitória para os Leafs, ou pelo menos evitar uma goleada.
Bernier entrou bem no jogo e só permitiu um gol aos 07m08s do segundo período, num chute de Curtis Lazar.
Atrás no placar, os Leafs não voltaram bem para o último período e permitiu mais dois gols. Aos 00m39s, Mark Stone ampliou para 5 gols. Curtid Lazar marcou mais um aos 02m27s e, tudo que restou aos Leafs foi impedir a vitória dos Senators por shutout. P.A. Parenteau marcou para os Leafs recebendo um passe de Daniel Winnik aos 03m25s.
Foi um jogo onde os Leafs pareciam não se encontrar no gelo e os Senators venciam todas as disputas do puck, bloqueavam as chances dos Leafs e não deram chance ao time de acordar!
Parabéns aos Senators que jogaram muito bem e que os Leafs melhorem para a próxima partida, contra o Calgary Flames, em Calgary!
Go Leafs Gooo

